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17 de junho de 2010

escrever-te



Escrever para ti é consumir o espaço físico que nos separa
e encontrar-te inato, espontâneo,
no começo das palavras e consequentes linhas.

Fluis-me da ponta dos dedos,
como se tudo o que deles brotasse te estivesse previamente destinado…

Tu és flor eternamente brotada,
és dia infinito,
noite de Inverno,
o mar, a areia,
a natureza volante que me persegue os passos;
és fonte de inspiração.

Por isso faço de ti poema, prosa,
contido em papel ou apenas no pensamento…
Mas faço-te, só a ti, amor, minha arte na forma mais pura.


-RD
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