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17 de fevereiro de 2010

O artista tem mais que uma vida.



Escrevem as mãos, o ditado da alma, como se escrever lhes devolvesse a calma.
A tinta da caneta às tantas é sangue, quando do espírito a palavra se bane.
A folha virgem é um átrio de infinito, em que, artista, eu escrevo e pinto.
Envelhecem as mãos, até lhes findar a existência, e nas palavras perdura a essência,
do Sangue do artista cuja partida se converte noutra vida.


-RD
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