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24 de junho de 2011

Adeus, Lisboa!

Ah, até coro,
se me ponho a cismar
nas noites de Lisboa…
E no bairro, que lá do alto
espalha amores até Camões
que continua cantando
os imponentes versos
às ambulantes solidões.
A cidade vista das mãos dadas,
a Baixa e o Rossio,
e do Terreiro, o rio!
Ah, Tejo majestoso,
que nostalgia me derramas no peito!
Que Cristo te guarde,
Prezada Baixa Lisboeta!
Que despertes paixões
nos corações transeuntes!
Agora parto, menina e moça,
rumo à inevitável saudade…
Prometo que te guardarei, Lisboa,
até um dia, quem sabe…!








Raquel Dias
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